quarta-feira, 30 de abril de 2014

"ESPAÇO DA MÚSICA - DIA INTERNACIONAL DO JAZZ"

                                     DIA INTERNACIONAL DO JAZZ  

O jazz teve origem nos Estados Unidos da América, através da comunidade afro-americana no século XIX, tendo-se popularizado nas primeiras décadas do século XX. New Orleans é reconhecida como a cidade onde nasceu o jazz.
O Dia Internacional do Jazz é celebrado a 30 de Abril. A data foi criada pela UNESCO e anunciada pelo pianista e embaixador da boa vontade da Unesco, Herbie Hancock.
Foi adotado pelos Países Membros da UNESCO a partir da iniciativa do embaixador da Boa Vontade da UNESCO Herbie Hancock, visando encorajar e destacar o poder exclusivo do jazz de promover o diálogo e o entendimento intercultural por todo o mundo. O Dia Internacional do Jazz é reconhecido nos calendários oficiais da UNESCO e das Nações Unidas.

OSAKA, Japão, 30 de abril de 2014. Em uma série de eventos sem precedentes em todo o mundo, a UNESCO (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura) e o Instituto de Jazz Thelonious Monk se uniram para celebrar o jazz como uma linguagem universal de liberdade no dia 30 de abril. Com eventos realizados em todos os países do planeta, o Dia Internacional do Jazz de 2014 culminou em um concerto à noite em Osaka, no Japão, a Cidade Sede Global deste ano. O concerto repleto de estrelas, realizado no Osaka Castle Park, foi transmitido para milhões de pessoas em todo o mundo e contou com apresentações de Toshiko Akiyoshi, John Beasley (Diretor Musical), Kris Bowers, Dee Dee Bridgewater, Jonathan Butler, Terri Lyne Carrington, Theo Croker, Sheila E., Pete Escovedo, Roberta Gambarini, Kenny Garrett, James Genus, Shuichi Hidano com TAIKO Masters, Roy Hargrove, Lalah Hathaway, Terumasa Hino, Chris Thomas King, Earl Klugh, Takuya Kuroda, Marcus Miller, T.S. Monk, Makoto Ozone, Courtney Pine, Gregory Porter, Troy Roberts, Claudio Roditi, Oumou Sangaré, John Scofield, Wayne Shorter, Esperanza Spalding, Lew Tabackin, Steve Turre, Joe Louis Walker e Dionne Warwick. O concerto foi transmitido para todo o mundo através dos Web Sites da UNESCO, jazzday.com, do Departamento de Estado dos Estados Unidos e do Instituto de Jazz Thelonious Monk.
O Dia Internacional do Jazz presta homenagem ao jazz e seu papel diplomático de unir as pessoas em todos os cantos do mundo. Os eventos deste ano foram realizados em todos os 196 países membros das Nações Unidas e da UNESCO, juntamente com todos os 50 estados dos Estados Unidos. Desde a Síria, Ucrânia e República Centro-Africana até a Venezuela, Islândia e Filipinas, milhares de eventos foram realizados em todos os sete continentes, incluindo a Estação McMurdo, na Antártica. Além do planeta Terra, a tripulação da Estação Espacial Internacional enviou uma mensagem especial de paz e boa vontade para todos os países que celebraram o Dia Internacional do Jazz.
Em reconhecimento à terceira edição anual do Dia Internacional do Jazz, a Diretora-Geral da UNESCO Irina Bokova declarou, "O jazz é mais do que música – é um estilo de vida e é um instrumento de diálogo e mudanças sociais. A história do jazz nos fala sobre o poder da música para reunir artistas de diferentes origens culturais, como uma força para a inclusão e o respeito mútuo".  
O ícone do jazz e embaixador da Boa Vontade da UNESCO Herbie Hancock disse, "Estou muito honrado com a grande onda de reações positivas ao significado do Dia do Jazz, que envia uma mensagem de otimismo, autorrespeito e a possibilidade de conexões interculturais harmoniosas, utilizando o jazz como um modelo de diplomacia". 

Semel Carvalho e o blog "ESPAÇO DA MÚSICA" se sentem orgulhosos em poder participar deste evento deixando aqui a sua mensagem e apoio ao Instituto de Jazz Thelonious Monk pela divulgação do Dia Internacional do Jazz.



         


 



 





quarta-feira, 23 de abril de 2014

ESPAÇO DA MÚSICA - "TRIBUTO À AYRTON SENNA"

                                  "O MITO BRASILEIRO DA FÓRMULA 1"

Com a proximidade dos 20 anos da morte de Ayrton Senna o inesquecível piloto de Fórmula 1, nosso ídolo, e mito maior do automobilismo brasileiro e mundial, o blog "ESPAÇO DA MÚSICA" deixa aqui nesta página um breve relato do objetivo, do empenho, da garra, da coragem, do otimismo e da superação deste espetacular e fantástico ser humano que foi o homem Ayrton Senna, mostrando a todos nós ao longo de sua trajetória profissional como piloto de automobilismo que, queria ser sempre o primeiro, correr sempre na frente e quebrar todos os recordes possíveis.
Seu objetivo era...Se superar sempre!!!


Ayrton Senna da Silva (São Paulo, 21 de março de 1960 — Ímola, 01 de maio de 1994) foi o maior e o mais consagrado piloto brasileiro de Fórmula 1, três vezes campeão mundial, nos anos de 1988, 1990 e 1991. Foi também vice-campeão no controverso campeonato de 1989 e no de 1993. Morreu em um acidente catastrófico a uma velocidade aproximadamente de 300 km/h, na sétima volta, na fatídica curva Tamburello do Autódromo Enzo e Dino Ferrari, em Ímola - Itália, durante o Grande Prêmio de San Marino no ano de 1994. É reconhecido como um dos maiores nomes do esporte brasileiro e um dos maiores pilotos da história do automobilismo mundial.
Senna começou sua carreira competindo por kart. Mudou-se para competições de automobilismo em 1981, sagrando-se campeão do Campeonato Britânico de Fórmula 3 após dois anos de sua estreia. Seu bom desempenho na Fórmula 3 impulsionou sua ascensão à Fórmula 1, fazendo sua primeira aparição na categoria no Grande Prêmio do Brasil de 1984 pela equipe Toleman-Hart, tendo abandonado a corrida na 8ª volta. 

No ano seguinte, trocou a Toleman-Hart pela Lotus-Renault, equipe pela qual venceu seis Grands Prix ao longo de três temporada.
  No ano de 1988, juntou-se ao francês Alain Prost (que seria seu maior rival em sua carreira) na McLaren-Honda e viveu anos vitoriosos pela equipe. Os dois juntos venceram 15 dos 16 Grands Prix daquela temporada com Senna sagrando-se Campeão Mundial de Formula 1 pela primeira vez. O francês Alain Prost conquistou o campeonato mundial de Fórmula 1 no ano de 1989, com Senna retomando o título e sagrando-se (bi Campeão Mundial de Fórmula 1) no ano de 1990, ambos os títulos foram decididos por colisões entre os pilotos no Grande Prêmio de Suzuka no Japão. Na temporada seguinte, Senna faturou seu "terceiro título mundial" no ano de 1991 tornando-se o piloto mais jovem a conquistar um tricampeonato na Fórmula 1, façanha que foi mantida até o final da temporada de 2012, quando Sebastian Vettel chegou ao tricampeonato vencendo por três anos consecutivos. A partir de 1992, a equipe Williams-Renault dominou amplamente a competição. Ainda assim, Senna conseguiu terminar a temporada 1993 como vice-campeão, vencendo cinco corridas. No ano de 1994 rescindiu o seu contrato com a McLaren-Honda, transferindo-se para a equipe Williams do inglês Frank Williams.
Sua reputação de piloto veloz ficou marcada pelo recorde de "pole positions" conquistadas. Sobre o asfalto chuvoso demonstrava grande capacidade e perícia, como ficaram demonstradas nas atuações dos GPs de Mônaco 1984, de Portugal 1985 e da Europa 1993. Senna ainda detém o recorde de maior número de vitórias (seis) no mais badalado e prestigiado Grande Prêmio de Mônaco e (chamado carinhosamente pelos repórteres de rei do circuito de Mônaco), sendo ainda na atualidade o terceiro piloto mais bem sucedido de todos os tempos em número de Vitórias nos grandes prêmios.




terça-feira, 31 de dezembro de 2013

"ESPAÇO DA MÚSICA - FELIZ ANO NOVO"

 "FELIZ ANO NOVO - FELIZ 2014"

De repente, num instante fugaz, os fogos de artifício anunciam que o ano novo está presente e o ano velho ficou para trás. De repente, num instante fugaz, as taças de champagne se cruzam e o vinho francês borbulhante anuncia que o ano velho se foi e o "Ano Novo" chegou. De repente, os olhos se cruzam, as mãos se entrelaçam e os seres humanos, num abraço caloroso, num so pensamento, exprimem um só desejo e uma só aspiração: PAZ E AMOR...!
De repente, não importa a nação, não importa a língua, não importa a cor, não importa a origem, porque todos somos humanos, os homens lembram-se apenas de um só verbo: amar, gostar...! De repente, sem mágoa, sem rancor, sem ódio, os homens cantam uma só canção, um só hino: o hino da paz, da liberdade...!
De repente, os homens esquecem o passado, lembram só do futuro venturoso de como é bom viver, de como é bom amar, interagir, compartilhar...!  De repente, os homens lembram-se da maior dádiva, do maior tesouro que têm: a Vida...! De repente, tudo se transforma e chega um ano novo radiante, cheio de esperança promissora, porque depende de nós os homens de boa vontade que com a ajuda de DEUS possamos melhorar, modificar os caminhos da nossa vida no dia a dia...! De repente, o grito de alegria, pelo novo ano que surge...
"FELIZ ANO NOVO -  BOAS FESTAS - FELIZ 2014"...!

Semel Carvalho e o blog "ESPAÇO DA MÚSICA" agradecem e desejam a todos os amigos leitores de todo o mundo um ano repleto de luz, amor, saúde, prosperidade e muita paz a todos que durante todo o ano de 2013 estiveram conosco prestigiando, incentivando cada vêz mais nosso trabalho, no propósito de informar sôbre o mundo da arte, cultura, música, turismo ecológico, ao amor e a preservação do nosso planeta terra...!!! 
Obrigado!


quinta-feira, 28 de novembro de 2013

"ESPAÇO DA MÚSICA - MARAVILHAS DO PLANETA TERRA"

MYANMAR - ANTIGA BIRMÂNIA

Myanmar antiga Birmânia, hoje oficialmente "República da União de Myanmar" é um destino tão polêmico quanto belo.
Os diversos povos que o formaram sempre viveram às turras com seus vizinhos indianos, chineses e tailandeses, até serem dominados pelos britânicos, em um período de colonização que foi do século 19 até o fim da II Grande Guerra em 1948. Myanmar tornou-se independente do Reino Unido em 4 de janeiro de 1948, com o nome oficial de "União da Birmânia", designação que voltou a adotar após um período como "República Socialista da União da Birmânia" (4 de janeiro de 1974 a 23 de setembro de 1988). Em 18 de junho de 1989, o regime militar birmanês anunciou que o nome oficial do país passaria a ser "União de Myanmar". A nova designação foi reconhecida pelas Nações Unidas e pela União Europeia, mas não pelos governos dos "Estados Unidos e Reino Unido" . Conforme a Constituição de 2009, o nome do país mudou para “República da União de Myanmar”, medida implementada em 21 de outubro de 2010 .

Com uma área total de 678 mil km², Myanmar é o maior país do sudeste da Ásia continental e o 39º maior do mundo. Seu território é um pouco maior do que a soma das áreas dos estados brasileiros de Minas Gerais e Santa Catarina, e ou àreas de países como o da Alemanha e Itália.
A população de Myanmar é de cerca de 55 milhões de habitantes, uma estimativa grosseira, pois o último censo parcial do país data de 1983. A densidade populacional de Myanmar é baixa, de 75 habitantes por km².


Para quem, no entanto, resolve visitá-los, as recompensas são muitas. "Yangon", a antiga capital, guarda a monumentalidade dos pagodes com destaque para o pagode "Shwedagon Paya" - símbolo nacional e maior tributo à fé dominante, o budismo. O pagode de "Shwedagon Paya" é fantástico, com 2500 anos aproximadamente de existência e com mais de 100 metros de altura, cobertos com 8 toneladas de ouro, 2 mil rubis e 4 mil diamantes (o maior deles com 72 quilates).
Outros pagodes não tão imponentes quanto a "Shwedagon Paya", mas ainda assim bem bonitos, são os "Sule Pagode, Kaba Aye Pagode" e também o pagode "Chaukhtatgyi" que possui o maior Buda deitado de todo Myanmar, esta estátua gigantesca é considerada uma das mais belas das estátuas reclinadas do Buda, e tem uma coroa incrustada de diamantes e pedras preciosas. A figura impressiona pelo seu gigantismo, com 55 metros de comprimento e também pela delicadeza dos traços. Os pés são um capítulo à parte, ricamente decorados e em posição diferenciada, às habitualmente encontradas no sudeste asiático.
 Por séculos "Mandalay" foi o bastião da cultura birmanesa, com seu grandioso palácio e a grandiosidade do pagode "Kuthodaw". A vida às margens do "Lago Inle" lhe arremessou a um modo de vida há muito desaparecido, enquanto que Bagan, às margens do rio "Ayeyarwady", ostenta centenas de estupas (um tipo de monumento ou parte de um templo construído em forma de torre, geralmente cônicas, circundada por uma abóbada e, por vezes, com um ou vários chanttras (toldos de lona), a maioria pequenas e simples, mas muitas outras grandes e ricamente ornamentadas formando uma paisagem arrebatadora e única.
Muitas ONGs em prol da democracia no país recomendam não visitar o país como uma forma de pressionar o governo;  a indústria turística é  largamente dominada pelo Estado. No entanto, visitar o país também é muito saudável. O viajante conhece um país e uma cultura ímpares e ao mesmo tempo obtém um melhor ponto de vista sobre o cenário político local. Viajando responsavelmente o turista contribui também para a renda de muitas famílias, sejam através de pousadas, guias, artesões, restaurantes ou donos de barcos. No final, este contato com as pessoas é a melhor lembrança que você pode trazer de Myanmar.
Os mêse de novembro a fevereiro são os mais recomendados para se viajarem à Myanmar, pois são de fato a temporada mais fresca e seca do ano com temperaturas médias entre 20º e 24ºC.
Não há voos diretos entre o Brasil e Myanmar. Boa parte dos maiores operadores de voos possuem restrições ao país, então a forma mais simples de se chegar lá, é através de Cingapura ou Tailândia, pelo aeroporto internacional de "Yangon" a cidade mais popolusa de Myanmar. Por terra há os postos fronteiriços com Tailândia e China que são os mais utilizados, mas este meio é tão complexo e burocraticamente arriscado que é pouco recomendado. Entre os entraves existentes é que, caso você entre por uma determinada cidade fronteiriça com o visto emitido localmente, você obrigatoriamente deve sair do país pelo mesmo local.
As dificuldades não se limitam a entrar no país. Boa parte das ferrovias e estradas estão em estado precário de conservação, o que faz das viagens fluviais e aéreas as mais convenientes para o turista. Boa parte do país encontra-se fechado aos turistas estrangeiros, limitando-os aos destinos realmente mais populares como Yangon, Bagan, Inle e Mandalay.

Por estas e outras razões é que  "MYANMAR" é também considerada como uma das... "MARAVILHAS DO PLANETA TERRA".
Bora lá gente...!



quarta-feira, 30 de outubro de 2013

"ESPAÇO DA MÚSICA - MARAVILHAS DO PLANETA TERRA"


"SULTANATO DE OMÃ"

O Sultanato de Omã é um país situado na Arabia, pouco conhecido pelos turistas. Localizado no sudeste da Península Arábica, é uma mistura de cores e paisagens: o azul do Oceano Índico e o verde dos oásis contrastam com as dunas douradas do deserto. O sultão Qaboos Bin Said Al Said renomeou o país que anteriormente se chamava Mascate e Omã, passando a ser apenas Omã e que é também conhecido como "Sultanato de Omã". Omã domina a entrada do Golfo Persa, sua capital é Mascate, a sua lingua oficial é o árabe e o seu regime de governo é a monarquia Absoluta exercida pelo sultão Qaboos Bin Said Al Said desde o ano de 1970. No ano de 1970, o sultão Said Bin Taimur foi deposto pelo seu filho Qaboos Bin Said Al Said que governa Omã desde 1970. O sultão Qaboos Bin Said Al Said tem melhorado significativamente a situação económica do país desde quando assumiu o comando, mantendo a paz com todos os demais países do Oriente Médio. A principal fonte de renda do país é o petróleo, embora haja um forte incentivo ao turismo receptivo. Suas cidades principais são a capital Mascate com aproximadamente 700.000 habitante e As Seeb e Salalah com aproximadamente 200.000 habitantes. O Sultanato de Omã tem hoje aproximadamente uns dois milhões e oitocentos mil habitantes, com maioria mulçumana. Omã também é uma mistura de culturas, com algumas cidades mais apegadas às tradições dos países do Golfo como Moussandam e Bâtinah, no norte do país. Outras cidades têm mais influência da África do Leste, como os portos de Sour e Mirbat, além de uma forte influência indiana, visível na gastronomia e na forma de se vestir, particularmente na capital, Mascate.
VISTA PARCIAL DA CIDADE DE MASCATE
DADOS HISTÓRICOS DO SULTANATO DE OMÃ - O país é constituído por três territórios descontínuos. Os dois territórios menores estão encravados nos Emirados Árabes Unidos, sendo constituídos pelo Enclave de Madha e pela Península de Musandam e territórios adjacentes no Estreito de Ormuz que separa o Golfo Pérsico do Golfo de Omã. O território maior limita a norte com o Golfo de Omã (do outro lado do qual se estendem as costas do Iran e Paquistão), a leste e sul com o Mar da Arábia e a oeste com o Iémen, com a Arábia Saudita e com os Emirados Árabes Unidos. Tendo se constituído desde a Antiguidade em um ativo centro de comércio, a região do Omã é designada em sumério como "Magan". Por volta de 563 a.C. foi incorporada pelo Império Persa, vindo a constituir uma das suas satrapias, e posteriormente, da Dinastia Sassânida. No início do século I, tribos árabes começaram a chegar à região, firmando-se até 632, quando os Persas perdem o seu poder. Em 751, os muçulmanos Ibadi estabeleceram um imanato em Omã. Os Ibadi são vistos pelos demais muçulmanos como um ramo dos Kharijitas. O imanato Ibadi sobreviveu até meados do século XX. Em 1508, o seu porto principal, Mascate, foi capturado pelos portugueses, que aí permaneceram até que a cidade foi capturada pelos otomanos no ano 1659. Os portugueses por sua vez foram expulsos em 1741, quando a atual linha de sultões foi formada por Ahmed Ibn Said. No início do século XIX, Omã atingiu o estatuto de potência principal, tendo possessões no Baluchistão e em Zanzibar, mas estas foram sendo gradualmente perdidas. Em 1891, Omã tornou-se num protetorado britânico, situação que se manteve até 1971. Em 1996, o sultão assinou um decreto promulgando uma nova lei básica regulamentando a sucessão real, cria um conselho consultivo bicameral com alguns limitados poderes legislativos, cria um primeiro ministro e garante liberdades civis básicas aos cidadãos omanitas. As bases militares de Omã foram usadas em 2001 pelas forças dos Estados Unidos envolvidas em ataques terrestres contra o Afeganistão e ao terrorista Osama bin Laden. Em 2003, a câmara baixa do conselho consultivo foi livremente eleita pela primeira vez.
GRANDE MESQUITA SULTÃO QABOOS
Mas engana-se quem pensa que esta é apenas uma cidade de templos e desertos, encontramos aqui uma das vidas noturnas mais badaladas do mundo árabe, não é por menos, já que a grande maioria da população tem a média de 25 anos de idade, a cidade esta repleta de restaurantes, bares e casas noturnas, frequentadas por turistas e locais, pois aqui a religião adotada é menos rigorosa que no restante dos países árabes, podendo os Omanis beberem e sairem para se divertir vestindo calças jeans como em qualquer país ocidental. Omã é um excelente local para se aventurar e conhecer muitas belezas naturais. Com seus mais de 1,7 mil km de litoral, Omã é ideal para a prática do mergulho, seja nas águas cristalinas de Bandar Khayran - a 25 km de Mascate -, ou no enclave de Musandam, situado ao norte, dentro dos Emirados Árabes Unidos, com paisagens incríveis de montanhas e fiordes.
PRAIA DE BANDAR JISSAH

Também no norte do Sultanato encontram-se as ilhas de Daymanyiat, onde é possível avistar golfinhos (presentes o ano todo no litoral), raias, barracudas e baleias entre fevereiro e março. O melhor período para a prática do mergulho é entre abril e outubro. Um dos fatores importantes para lembrarmos é que o clima em Oman é uma constante, já que a probabilidade de chover é praticamente nula, preocupe-se apenas em não escolher os meses entre junho a setembro, pois o verão pode alcançar temperaturas de até 50°C e não baixando para menos de 30°C. Esse sol todo faz com que os turistas procurem suas praias que ficam abarrotadas de europeus durante o "inverno" que vai de Dezembro a Fevereiro. A infraestrutura hoteleira também torna bem fácil a estadia, já que a cidade conta com hotéis para todos os gostos e bolsos, e se o assunto é hotel porque não hospedar-se em um palácio, já que estamos em um país de Sultões e contos árabes, o Al Bustan Palace, gerido pela cadeia Intercontinental de hotéis. O The Chedi, propriedade da rede de hotéis GHM, é uma boa opção de resort com estilo contemporâneo mas respeitando a arquitetura local. A 20 minutos de Mascate, o The Chedi conta com duas piscinas, quatro restaurantes onde você pode degustar o melhor da cozinha local além de cozinha internacional, e um dos melhores spas do Sultanato de Omã com 7 quartos de tratamento, e também uma livraria e uma galeria de arte.
Por estas e outras razões é que o "SULTANATO DE OMÃ" é também considerada como uma das... "MARAVILHAS DO PLANETA TERRA".
Bora lá gente...!

segunda-feira, 23 de setembro de 2013

"ESPAÇO DA MÚSICA - ROCK IN RIO 2013 (ENCERRAMENTO)


IRON MAIDEN ENCERRA ROCK IN RIO COM REPERTÓRIO CLÁSSICO


O grupo heavy metal "Iron Maiden" faz o melhor show de metal da quinta edição do Rock in Rio .
A banda britânica "Iron Maiden" participou pela terceira vez do Rock in Rio, encerrando a edição  2013 do evento com um repertório dominado por músicas clássicas e antigas do grupo, que celebrizaram a trajetória da banda e se confundem com a própria história do heavy metal, estilo musical que dominou as atrações deste domingo (22).
O repertório, o mesmo apresentado pelo grupo em São Paulo na sexta-feira, recupera faixas da turnê "Maiden England", que divulgava o álbum "Seventh Son of a Seventh Son", de 1988. A fase é considerada uma das mais importantes da banda, que viveu seu auge durante a primeira estadia do vocalista "Bruce Dickinson", do final de 1981 até 1993, um ano após o lançamento do álbum "Fear of the Dark", responsável por renovar por pelo menos mais uma década o legado do grupo.
Nos primeiros instantes, antes de a banda entrar ao palco, os telões mostravam imagens de icebergs, aves de rapina e paisagens, aumentando o nível de expectativa dos fãs, que encararam filas enormes desde cedo no dia mais concorrido do festival. Pouco tempo se passa até uma explosão indicar a entrada meteórica da banda, com "Bruce Dickinson" dando o primeiro de uma série incontáveis de saltos em um espetáculo à parte.

Curiosamente, o frontman "Bruce Dickinson" de 55 anos continua o mesmo das apresentações anteriores no Rock in Rio - em 1985 e 2001, esta que rendeu a gravação de um DVD e CD ao vivo. Dono do palco que parece desenvolvido para suas corridas, ele gesticula e brinca com o pedestal de seu microfone, passeia por cima de uma câmera móvel, troca de roupa inúmeras vezes e, claro, dá pulos impressionantes para um roqueiro de sua idade. 
Ao se dirigir ao público, "Bruce Dickinson" é menos criativo, apela para sua marca registrada - os chamados de "Scream for me Braziiiil" (gritem por mim Brasil...) e os lugares comuns de todo gringo: cachaça, caipirinha e churrasco. Mas a estratégia batida é tão eficiente para ganhar a atenção do público quanto as suas piruetas.
Ao introduzir a faixa "Afraid to Shoot Strangers", do álbum "Fear of the Dark", o público bradou mais uma versão do canto futebolístico "olê, olê, olê, olê", como de praxe em shows que agradam.
A noite reservaria uma série de coros durante refrãos das músicas mais aguardadas, começando com "Can I Play With Madness", "The Trooper" e "The Prisoner". Pulos da multidão tomaram conta do público no Palco Mundo da Cidade do Rock durante faixas como "Phanton of the Opera" e "Number of the Beast", introduzidas no miolo do repertório, trecho que marca o ápice do show.
Mas "Bruce Dickinson" ainda é capaz de surpreender, especialmente quando aparece em sua versão mais bizarra no palco, usando devilock vampiresco, corte de cabelo da banda de horror punk Misfits, durante a faixa "Seventh Son of a Seventh Son".

Mais conservadores, outros rostos famosos do grupo como o baixista e fundador Steve Harris e o guitarrista Dave Murray arriscam poucas corridas, mas seguem cada vez melhores quanto à rapidez e à versatilidade de seus dedos. O baterista Nicko McBrain, escondido atrás de pratos altos, mantém o nível técnico da apresentação tão bem quanto os guitarristas Adrian Smith e Janick Gers.
Nos momentos em que os músicos brilham, "Bruce Dickinson" se ocupa com brincadeiras com a plateia, faz caretas e ainda aproveita para fazer merchand da britânica Unicorn, microcervejaria da qual é dono.
O carismático boneco mascote gigante Eddie - que estampa praticamente todas as capas de discos do "Iron Maiden" e sempre dá as caras a certa altura do show do grupo - encerra o arsenal de atrações vestindo um uniforme ao estilo "Três Mosqueteiros" durante as músicas "Run to the Hills" e "Wasted Years". A roupa é parecida com a usada por "Bruce Dickinson" durante o clássico "The Trooper", na qual carrega a bandeira do exército do Reino Unido.
Foram 100 minutos de puro heavy metal, que encerraram bem o último dia de atrações do Rock in Rio com o hit "Running Free", primeiro single oficial da história do Iron Maiden, lançado em 1980.
A celebração do legado do Iron Maiden no Rock in Rio de 2013 serviu como um desfecho apropriado para um dia que celebrou o heavy metal, um estilo de difícil apreciação e que é seguido com fervor pelos fãs.
Agora só ficará a nostalgia dêstes dias inesquecíveis e maravilhosos do "Rock in Rio 2013, aguardando ansiosos o próximo festival que ja está no calendário do ano de 2015...
Até lá!!!

Assista agora o vídeo dêste monumental show da banda "IRON MAIDEN"

"ESPAÇO DA MÚSICA - IRON MAIDEN ROCK IN RIO 2013(ENCERRAMENTO"